27 de junho de 2011

O corpo fala silenciosamente

Transformação da morte para a vida ao bater as asas e levantar voo para a liberdade, na delicadeza de um simples pouso, a perfeição do amor faz-se segura e cheia de vida. Leve como a brisa ao pousar sobre sua pele a alma purifica e a alegria transparece.

O leveza do olhar extravaza e faz a alma flutuar por um Mundo desconhecido e curioso. A fragilidade se transforma no forte e a beleza independente trás paz e sorte permanente.


"No mistério do Sem-Fim,
equilibra-se um planeta.
E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro:
no canteiro, urna violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,
entre o planeta e o Sem-Fim,
a asa de urna borboleta."
Cecília Meireles


Kátia Báo
27-06-2011 - 20h38




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