Aqui esta muito além do meu corpo, a mente ferve a cada milésimo. É o que nos faz compreender que a vida é algo muito boa para ser degustada. O tempo inteiro ela nos faz esquentar os neurônios e para não se sentir um ser fraco tem que ter muito jogo de cintura com o que vem por aí, por aqui, por assado, por ao lado. Tá aqui alguns pedacinhos de mim! snapchat: Kátia Báo - katiabao
10 de outubro de 2010
9 de agosto de 2010
K@osmos (Puja – Espanha)
O Grupo Puja apresentou no dia 05 de agosto, na Praça da Estação, abertura do FIT2010, em Belo Horizonte, um exuberante espetáculo aéreo. Foi tudo muito lindo! Uma apresentação mágica. O talento dos artistas é grandioso, o espetáculo teve uma sincronia de coreografias, trilha sonora e luzes, maravilhosa . LINDO!.
Crédito: Kátia Báo |
Enhorabuena y bienvenidos a Belo Horizonte Grupo Puja, la presentación fue maravillosa. Regresa de nuevo!
Kátia Báo
Produtora Editorial
GRUPO PUJA
O grupo Puja nasceu na Argentina, em 1998, intervindo em espaços urbanos e utilizando, amplamente, distintas disciplinas em um mesmo espetáculo: teatro, circo, dança, esportes de altura, arquitetura, engenharia, multimídia e música ao vivo. Instalou-se na Espanha em 2002, apresentando seus espetáculos em festivais, feiras e realizando turnês pela Europa e América do Norte. Desde então, foram realizados mais de 200 espetáculos, em mais de 20 países, dentre os quais merece destaque a cerimônia de abertura do Mundial de Atletismo, em 2006, em Göteborg, Suécia.
Fonte: http://www.fitbh.com.br/2010/espetaculo-detalhe.php?id=15
13 de abril de 2010
Grupo teatral alerta sobre a Dengue
Com o principal objetivo de conscientizar a População e Internautas, o grupo de teatro Saúde em Cena da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) gravou a radionovela intitulada ´Assassinato à meia noite`. O Grupo é conhecido nas ruas de Belo Horizonte por suas intervenções e apresentações cênicas.
Assim como nas apresentações teatrais, o objetivo da radionovela é conscientizar a comunidade sobre os perigos da dengue e a importância de se combatê-la, com responsabilidade social.
No enredo, temos o misterioso assassinato do Sr. Toupeira (Ferreira Neto), um bronco pai de família emergente que é encontrado morto em sua mansão. Uma onda de especulações floresce e todos são suspeitos, desde a viúva (Teresa Andrade) e filha (Kátia Báo) até a empregada (Maria Flávia) e o mordomo (Léo Duarte). Surge na trama um detetive (Alexandre Almeida) acompanhado da sua auxiliar (Susan Prado) e complica ainda mais a situação da família.
Ferreira Neto, um dos oito atores voluntários que compõem o grupo para a gravação da novela, diz que este novo projeto era o que estava faltando para completar e ampliar o repertório do Saúde em Cena. ´Já fizemos apresentações em diversos locais de Minas. Conseguimos mobilizar muita gente, porém esta radionovela era justamente a oportunidade que precisávamos para ampliar nosso horizonte no que se refere à mobilização social`, conta o ator.
A exemplo de Ferreira, a maior parte do elenco nunca havia interpretado para o rádio, o que em grande parte explica o misto de ansiedade e expectativa que tomou conta da sala de edição de áudio da SES-MG, onde o grupo se reuniu com o editor de áudio Bruno Soares Alves para a gravação que durou quase 4 horas.
Como aponta Maria Flávia que atua como a empregada Genivalda, a nova experiência no rádio enriqueceu sua interpretação. ´Encenar para o rádio é muito diferente de subir ao palco. Fiquei um pouco ansiosa na hora de gravar porque não temos a liberdade da expressão corporal; toda a expressão é na voz. Apesar disso, foi uma experiência fascinante`, explica.
A roteirista Susan Prado já escreveu mais de dez cenas com duração entre 90 e 120 segundos cada. Com as gravações realizadas, o grupo já tem material bruto suficiente para os primeiros capítulos da novela.
O assassinato à meia-noite é composto por 9 episódios e pode ser ouvido aqui na lateral direita do site ou fazendo o download clicando aqui.
O Grupo de Teatro Saúde em Cena é formado por funcionários voluntários da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), que apresentam peças com o objetivo de entreter, informar e conscientizar a população sobre prevenção e promoção da saúde. A coordenação é do Núcleo de Mobilização Social em Saúde, que orienta as Gerências Regionais de Saúde na execução de ações mobilizadoras, como também fomenta os Núcleos Regionais com a capacitação de profissionais e monitora o desempenho dos mesmos. Apenas no ano de 2009 o grupo teve um público total de 57 mil pessoas.
Visite o Blog do Grupo de Teatro Saúde em Cena - Informações da http://gaia.saude.mg.gov.br/blog/
Fonte: Teógenes Nazaré - TV Catuaí - Manhuaçu MG
ME SIGA NO TWITTER: @katiabao
5 de abril de 2010
dia de furia entre os Deuses...
...hummmm dia de Terror, calor imenso no corpo... quanto mais gente fala na sua cabeça mais fogo pega.
Ninguém é de ninguém disse o pensador, para te respeitar é necessário o respeito aos outros, o melhor é nem conversar para não ser infectado. Quando há um incêndio nada pode apagar a não ser ele mesmo. Cuide de suas chamas para que mantenham na altura certa. Ela é forte, não brinque.
Hoje foi um dia de muitas emoções... despedidas de gente que nos conectamos tão profundamente... um sentimento que ficará tão guardado. Mais uma ida boa para um novo desafio. Sensação de vitória daquilo que é desejado. Felicidades Pri. SUCESSO!
mais um dia...
sensações que não tem como esquecer.
...Mas um dia o inesperado aconteceu. O terreno ficou meu. O meu sonho fez amor com a terra e o jardim nasceu."Rubem Alves"...
Não vou chamar o paisagista... vou montar meu próprio jardim.
alivio...................................................................................................................................................
Kátia Báo
Ninguém é de ninguém disse o pensador, para te respeitar é necessário o respeito aos outros, o melhor é nem conversar para não ser infectado. Quando há um incêndio nada pode apagar a não ser ele mesmo. Cuide de suas chamas para que mantenham na altura certa. Ela é forte, não brinque.
Hoje foi um dia de muitas emoções... despedidas de gente que nos conectamos tão profundamente... um sentimento que ficará tão guardado. Mais uma ida boa para um novo desafio. Sensação de vitória daquilo que é desejado. Felicidades Pri. SUCESSO!
mais um dia...
sensações que não tem como esquecer.
...Mas um dia o inesperado aconteceu. O terreno ficou meu. O meu sonho fez amor com a terra e o jardim nasceu."Rubem Alves"...
Não vou chamar o paisagista... vou montar meu próprio jardim.
alivio...................................................................................................................................................
Kátia Báo
29 de março de 2010
Dengue Ville é apresentado a alunos do ensino médio
André Brant
Apostando no uso das mídias digitais como instrumento de mobilização social e aprendizagem lúdica, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação, apresentou nesta terça-feira (23/03) o jogo Dengue Ville para alunos da Escola Estadual Pedro II, em Belo Horizonte. Desenvolvido pela Saúde Estadual e disponibilizado no Orkut, uma rede social da internet, o game tem um formato parecido com o Farme Ville e a Colheita Feliz e objetiva mobilizar os jovens para ajudarem a diminuir os índices de infestação do mosquito Aedes aegipty.
O jogo está na web desde o dia 16 de março, em caráter experimental, momento que obteve cerca de 600 acessos. O público-alvo do Dengue Ville é formado por jovens, e visa demonstrar de maneira interativa como se combate a dengue, mobilizando uma parcela da população muitas vezes não receptiva à temática da dengue. Até o momento, 22.177 pessoas já estão jogando o social game e mais de 150 mil usuários já acessaram ao jogo.
A diretora da Escola Estadual Pedro II, Eliana Maria Fulgêncio da Silva, salienta o caráter lúdico do jogo como instrumento de aprendizagem. “Não podemos ficar presos ao conteúdo programático dos livros. Neste caso, o jogo traz uma linguagem de fácil acesso e que os adolescentes gostam, está no cotidiano deles. Isso é extremamente favorável para que eles se tornem multiplicadores em suas casas, com seus amigos”, explica.

João Gabriel Ferreira Freitas, aluno do 1º ano do ensino médio da escola, conheceu o jogo e gostou do que viu. “É muito interessante e quero continuar jogando”. Ao falar como seria transformar o game em realidade, ele assegura que já dá um bom exemplo. “Sempre falo com minha família e na casa da minha avó, que é na roça, que é importante cobrir caixa d’água, cuidar do vaso de planta. Temos que combater o mosquito para ficarmos vivos”.
Antes da apresentação do jogo, o grupo de teatro Saúde em Cena, formado por servidores da SES, encenou durante o intervalo da escola, uma esquete que abordava os objetivos do Dengue Ville, além de enfatizar a importância de eliminar os focos do Aedes aegipty. As atrizes interpretaram jovens super-heroínas que lutam contra seu arqui-inimigo, o mosquito da dengue.
A escolha dessa ferramenta se deve ao fato do Brasil ser o país que mais usa sites relacionados a comunidades, tanto em horas gastas, quanto no número de acessos e na frequência de atividades diárias. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam a atualizar seu perfil e “bisbilhotar” o dos amigos.
Essa informação está na pesquisa IbopeNetRatings eNielsen Company “Global Faces and Networked Places”. Nas redes sociais, os assuntos têm potencial para serem disseminar rapidamente – a chamada viralização –, pois os usuários atingidos tornam-se propagadores da informação para a sua rede de contatos, e assim sucessivamente, de forma quase exponencial.
“Tivemos um baixo custo para desenvolver o aplicativo, cerca de R$ 80 mil e a repercussão foi muito grande, comprovando o caráter inovador do jogo. Há muitos anos temos combatido o mosquito usando as mesmas ferramentas. Percebemos que era necessário usar um novo meio e Minas dá sua contribuição ao país, disponibilizando o jogo na internet”, explica o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques.
Fonte: http://www.saude.mg.gov.br/noticias_e_eventos/dengue-ville-e-apresentado-a-alunos-do-ensino-medio
Apostando no uso das mídias digitais como instrumento de mobilização social e aprendizagem lúdica, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação, apresentou nesta terça-feira (23/03) o jogo Dengue Ville para alunos da Escola Estadual Pedro II, em Belo Horizonte. Desenvolvido pela Saúde Estadual e disponibilizado no Orkut, uma rede social da internet, o game tem um formato parecido com o Farme Ville e a Colheita Feliz e objetiva mobilizar os jovens para ajudarem a diminuir os índices de infestação do mosquito Aedes aegipty.O jogo está na web desde o dia 16 de março, em caráter experimental, momento que obteve cerca de 600 acessos. O público-alvo do Dengue Ville é formado por jovens, e visa demonstrar de maneira interativa como se combate a dengue, mobilizando uma parcela da população muitas vezes não receptiva à temática da dengue. Até o momento, 22.177 pessoas já estão jogando o social game e mais de 150 mil usuários já acessaram ao jogo.
A diretora da Escola Estadual Pedro II, Eliana Maria Fulgêncio da Silva, salienta o caráter lúdico do jogo como instrumento de aprendizagem. “Não podemos ficar presos ao conteúdo programático dos livros. Neste caso, o jogo traz uma linguagem de fácil acesso e que os adolescentes gostam, está no cotidiano deles. Isso é extremamente favorável para que eles se tornem multiplicadores em suas casas, com seus amigos”, explica.

João Gabriel Ferreira Freitas, aluno do 1º ano do ensino médio da escola, conheceu o jogo e gostou do que viu. “É muito interessante e quero continuar jogando”. Ao falar como seria transformar o game em realidade, ele assegura que já dá um bom exemplo. “Sempre falo com minha família e na casa da minha avó, que é na roça, que é importante cobrir caixa d’água, cuidar do vaso de planta. Temos que combater o mosquito para ficarmos vivos”.
Antes da apresentação do jogo, o grupo de teatro Saúde em Cena, formado por servidores da SES, encenou durante o intervalo da escola, uma esquete que abordava os objetivos do Dengue Ville, além de enfatizar a importância de eliminar os focos do Aedes aegipty. As atrizes interpretaram jovens super-heroínas que lutam contra seu arqui-inimigo, o mosquito da dengue.
Dengue Ville
O jogo acontece em nove cenários diferentes: uma casa, uma área pública (bairro com rua/ casas/ praça/lote vago), unidade Básica de Saúde (UBS), obra, hospital etc. Em cada um deles, o usuário recebe uma missão, como por exemplo: esvaziar garrafas e pneus, colocar areia nos pratos das plantas, cobrir caixas d’água, mobilizar os vizinhos, distribuir soro caseiro entre as vítimas da doença em uma UBS, etc.A escolha dessa ferramenta se deve ao fato do Brasil ser o país que mais usa sites relacionados a comunidades, tanto em horas gastas, quanto no número de acessos e na frequência de atividades diárias. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam a atualizar seu perfil e “bisbilhotar” o dos amigos.
Essa informação está na pesquisa IbopeNetRatings e
“Tivemos um baixo custo para desenvolver o aplicativo, cerca de R$ 80 mil e a repercussão foi muito grande, comprovando o caráter inovador do jogo. Há muitos anos temos combatido o mosquito usando as mesmas ferramentas. Percebemos que era necessário usar um novo meio e Minas dá sua contribuição ao país, disponibilizando o jogo na internet”, explica o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques.
23 de março de 2010
Dengue Ville
Devido ao grande acesso aos aplicativos Farmville (Facebook) e Colheita Feliz (Orkut) a Assessoria de Comunicação Social da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais teve a brilhante idéia de incluir em sua Ação contra a Dengue no Estado o aplicativo Dengue Ville (Orkut) onde cada participante tem que eliminar os focos da Dengue, se em 48h não limpar seu quintal, praça pública, casa abandonada, dentre outros seu avatar ficará doente e assim terá que comparecer a Unidade Básica de Saúde para tomar soro e ser tratado, se não cuidar MORRE.
Para acessar o aplicativo no Orkut, basta ir no endereço http://www.orkut.com.br/Main#AppInfo?appId=595836259944
O interessante também é que a Assessoria de Comunicação Social da Saúde voltou aos anos 50 com a ilustre idéia da Radionovela que está disponível no site http://www.saude.mg.gov.br/ ou no teatrosaudeemcena.zip.net, está disponível para todos é só baixar e criar formas de divulgação sobre a Dengue nas comunidades, Igrejas, escolas, empresas, residencias, carro de som, você pode brincar na sua divulgação no combate a Dengue.
3 de março de 2010
Matéria sobre a Radionovela "O Assassinato a Meia Noite"
Assistam a matéria que foi transmitida em rede Nacional pela Band sobre a Radionovela do Grupo de Teatro Saúde em Cena - http://videos.band.com.br/v_51049_brasil_meios_de_comunicacao_usados_no_combate_a_dengue_em_mg.htm
22 de fevereiro de 2010
"O Assassinato a Meia Noite" por Susan Prado.
É só acessar o link http://migre.me/kQbI e baixar todas as cenas da nova Radionovela.
É de arrasar galerita... e é o seguinte você pode fazer download e disponibilizar a vontade...
...na sua Casa... Comunidade... Rádios... Escolas... Igreja... e outros.
Se Divirta e nos mande notícia \o/
Ajude combater a DENGUE.
A DENGUE MATA E VOCÊ PODE SER A PRÓXIMA VÍTIMA SE FICAR PARADO.
3 de fevereiro de 2010
Intervenção do Grupo de Teatro Saúde em Cena
André Brant
Ontem o Grupo de Teatro Saúde em Cena fez uma pequena intervenção sobre o combate a dengue no evento de transmissão do novo secretário, Dr. Antônio Jorge.
O Grupo fez uma entrada surpresa para dar o recado sobre a importância da prevenção da Dengue.
Elenco: Maria Flávia, Kátia Báo e Ferreira Neto
Direção: Susan Prado
http://www.saude.mg.gov.br
29 de janeiro de 2010
Videos divertidos
Papy tentando fazer seu filhote dormir: http://videos.bol.uol.com.br/permalink/?view/pai-e-pai-04021B3760C0C11326
Novo curta do Grupo de Teatro Saúde em Cena: http://www.youtube.com/watch? v=leMO5TRutZo
Direção e Produção: Joney Fonseca e Susan Prado:
Elenco: Alexandre Almeida, Maria Flávia e Kátia Báo
Novo curta do Grupo de Teatro Saúde em Cena: http://www.youtube.com/watch?
Direção e Produção: Joney Fonseca e Susan Prado:
Elenco: Alexandre Almeida, Maria Flávia e Kátia Báo
22 de janeiro de 2010
1969 X 2009
Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...
20 de janeiro de 2010
ALERTA DENGUE AJUDE A COMBATÊ-LA
- Evitar água parada.
- Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
- Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
- Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
- Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.
- Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
- Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
- Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
- Não acumular latas, pneus e garrafas.
- Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
- Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
- Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada.
- Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos.
- Manter permanentemente secos, subsolos e garagens.
- Não cultivar plantas aquáticas.
- Em locais de maior ocorrência, deve-se usar, sempre que possível, calças e camisas de manga comprida, e repelentes contra insetos à base de DEET nas roupas e no corpo, sempre observando a concentração máxima para crianças (10%) e adultos (30%). Pessoas que estiveram em uma área de risco para dengue e que apresentem febre, durante ou após a viagem, devem procurar um Serviço de Saúde
Radionovela
Peguem os lencinhos, sentem-se e chorem
Fabiana Amaral
Fabiana Amaral
- “Senhoras e senhoritas, o famoso creme dental Colgate apresenta o primeiro capítulo da empolgante novela de Leandro Blanco, em adaptação de Gilberto Martins: Em Busca da Felicidade.”
Foi assim que começou a história da radionovela no Brasil, na Rádio Nacional, em junho de 1941. Dramas já vinham sendo testados no poderoso veículo. Mas em forma de teatro, com poucos capítulos e bem curtos, a moda trazida de Cuba virou logo uma febre nacional.O rádio ainda não era bem explorado comercialmente e a maioria de suas transmissões era dirigida ao público masculino. Foi essa a grande sacada das novelas que, na verdade, tiveram seu início com os folhetins publicados no rodapé dos jornais a partir de 1836.
Nos Estados Unidos (para variar, o tio Sam) começou-se a enxergar um filão de mercado no público. Isso lá pelos anos 30. Eram montados melodramas que faziam a mulherada se debulhar em lágrimas com histórias da carochinha. Mas ninguém dava importância para a irrealidade dos contos. A grande sacada era que, totalmente entretidas pelos dramas das personagens, o novo público-alvo, mulheres, na sua maioria donas-de-casa, absorvia tudo que lhes era despejado.
As propagandas inseridas nos dramalhões eram constantes e a indústria de sabonetes e perfumes fazia a festa com o potencial consumista até então desconhecido. Esses programas ficaram conhecidos como "soap opera" (ópera de sabão), por causa dos patrocinadores.
Mas vocação para dramalhões tragicômicos não tem outra origem que não a latina. Foi em Cuba e outras localidades de língua hispânica que o gênero se alastrou e arraigou feito câncer. E eram dessas localidades as peças consumidas pelas "senhoras e senhoritas" do Brasil.
Por aqui, as radionovelas eram disseminadas pela agência publicitária Standard Propaganda, que detinha a conta da Colgate-Palmolive. Vendo que os ianques se deram bem com a façanha inseriam com sucesso a mesma fórmula por aqui, nos horários matutinos e vespertinos, desprezados pelos comerciantes, mas comprovadamente rico em audiência feminina.
Radiomachismo
Uma nova tendência era percebida no comportamento social. A mulher agora era tida como mercado, mas sua condição não era nem um pouco exaltada. Os dramas retratavam o machismo social - não tão distante -, com histórias ressaltando o compromisso com o lar, a subserviência ao marido e as conseqüências de não ser uma boa esposa. Afinal, era dela a culpa das puladas de cerca do marido e "ai" se reclamasse.
Quanto mais fantasioso o enredo, mais lágrimas, mais comoção, mais alienação e mais dinheiro para os patrocinadores. Todavia, o público masculino começou a dar um pouco mais de atenção ao programa das senhoras. E para agradar também a esse público o jeito foi jogar um pouco mais de realidade nas tramas, e ainda assim não perder o ar "a la" México. Característica fundamental.
Nessa onda de sucessos estrondosos, destacou-se O Direito de Nascer, do cubano Félix Cagnet. Ele sabia que essa fórmula com sonhos, anseios e fantasias vendia muito, daí a necessidade de fazer chorar. E as lágrimas rolaram quando Maria Helena, disse ao doutor a clássica frase:
Nessa onda de sucessos estrondosos, destacou-se O Direito de Nascer, do cubano Félix Cagnet. Ele sabia que essa fórmula com sonhos, anseios e fantasias vendia muito, daí a necessidade de fazer chorar. E as lágrimas rolaram quando Maria Helena, disse ao doutor a clássica frase:
"Doutor, não posso ter este filho que vai nascer" (seguidos dos Oh! Ah!).
Mas nasceu, virou comoção nacional e foi visto, depois, na TV.
Embora o sucesso fosse grande e a massificação irremediável, demorou para a radionovela se tornar diária. Isso só aconteceu na década de 1960, com o advento da telenovela. E apesar de ser avidamente consumida no Brasil, as produções radiofônicas eram veiculadas duas vezes por semana, num tempo de 20 minutos, aproximadamente. Pouco até, para o estrago que faziam.
Em trabalho acadêmico, Antonio de Andrade, professor de Comunicação Social na Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), cita o sociólogo Orlando Miranda, que dá uma idéia do que era o rádio em seu apogeu. Ele afirma que "o impacto do rádio sobre a sociedade brasileira a partir de meados da década de 30 foi muito mais profundo do que a televisão viria a produzir 30 anos depois". Para isso, as radionovelas foram fundamentais.
Em trabalho acadêmico, Antonio de Andrade, professor de Comunicação Social na Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), cita o sociólogo Orlando Miranda, que dá uma idéia do que era o rádio em seu apogeu. Ele afirma que "o impacto do rádio sobre a sociedade brasileira a partir de meados da década de 30 foi muito mais profundo do que a televisão viria a produzir 30 anos depois". Para isso, as radionovelas foram fundamentais.
A moda se propagou e não só a Rádio Nacional detinha a guarda da criança. Todas começaram a produzir suas novelas, que alçavam à fama seus radioatores. Mas com a massificação da tevê, que teve sua primeira novela em 1951, as coisas pelo rádio começam a cambalear e o declínio pôde ser visto a partir da década de 1960, para culminar com o fim da radionovela em 1973. Isso oficialmente, pois com a facilidade e o baixo custo de produção, o gênero pode ser observado em várias regiões brasileiras. Principalmente no Norte e Nordeste. Sendo uma alternativa às caras produções televisivas.
Que o gênero novelístico seja classificado como cultura e lisonjeado pelas rodas intelectuais e artísticas tudo bem, mas conhecendo a origem mais popular que se intensificou no rádio chega a se fazer necessária uma reflexão sobre as novelas atuais. Para tanto basta lembrar com que objetivo começaram: incitar o consumismo. Senhoras, senhoritas e senhores, peguem os lenços e chorem.
Confira a nova Radionvela "O Assassinato a meia noite" - http://teatrosaudeemcena.zip.net
Nosso novo parceiro
http://saude-em-pauta.blogspot.com ficaremos por dentro de tudo que acontece na área da Saúde. Vamos nos cuidar.
19 de janeiro de 2010
Taxímetro Online
PARA VOCÊ FICAR SABENDO QUANTO VAI GASTAR, CASO QUEIRA FAZER UMA CORRIDA DE TÁXI PARA ALGUM LUGAR...aparece o mapa do trajeto...
18 de janeiro de 2010
Projeto Piloto de Curta Metragem do Grupo de Teatro Saúde em Cena
O Grupo de Teatro Saúde em Cena está preparando um Curta metragem baseado na peça: "O Curioso Caso de Carolaine Silva", com a participação dos atores Maria Flávia, Alexandre Almeida e Kátia Báo, sob a direção e produção de Joney Fonseca e Susan Prado, contando ainda com a participação do Simon Stuart na filmagem.
O curta será mais uma ferramenta de mobilização social na luta contra a dengue.
Fique por dentro de tudo que acontece com o Grupo de Teatro Saúde em Cena no blog - teatrosaudeemcena.zip.net
14 de janeiro de 2010
As Turistas
http://www.youtube.com/watch?v=G6zJBS1VNlU
13 de janeiro de 2010
Kátia Regina Báo Rocha
Produtora Editorial, trabalha no setor de Publicidade da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais desde maio de 2007, formada em 2001 pelo NET - Núcleo de Estudos Teatrais, apresentou o espetáculo "As Novas Aventuras de Oncilda e Zé Buscapé", pela Namarra Cultural trabalhou em projetos do Sesc/MG na área da Sáude, foi voluntária pelo Intituto C&A, onde participou na montagem do projeto Escola Oficina Giramundo voltado para garotos fantásticos da comunidade Pedreira Prado Lopes desenvolvendo teatro de bonecos. Hoje, faz parte do Grupo de Teatro Saúde em Cena.Ela diz:
É pura energia! AMOOOOO FAZER PARTE DESSE GRUPO... Aprendi demais com cada integrante e vamos crescer cada vez mais. No Grupo se encontram pessoinhas maravilindas, SUPER atrizes e atores.
A arte que está em cada ator
transparece na alma para a percepção das
pessoas referente a vida, oooo cotidiano!
Saúde em Cena agora também no rádio
Conhecido nas ruas de Belo Horizonte por suas intervenções e apresentações cênicas, o grupo de teatro da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES) Saúde em Cena começou hoje as primeiras gravações de sua radionovela, intitulada “Assassinato à meia noite”.
Assim como em suas apresentações teatrais, o objetivo da radionovela é conscientizar a comunidade sobre os perigos da dengue e a importância de se combatê-la, com responsabilidade social e continuidade.
No enredo, temos o curioso caso do assassinato do Sr. Toupeira (José Ferreira), um bronco pai de família emergente que é encontrado morto por seu mordomo (Leonardo Duarte) em sua mansão. Uma onda de especulações floresce e todos são suspeitos, desde a viúva (Tereza Andrade) e filha (Kátia Báo) até a empregada (Maria Flávia Ferreira) e o mordomo. Surge na trama um detetive (Alexandre Almeida) acompanhado da sua auxiliar (Susan Prado) e complica ainda mais a situação da família.
José Ferreira, um dos oito atores voluntários que compõem o grupo para a gravação da novela, diz que este novo projeto era o que estava faltando para completar e ampliar o repertório do Saúde em Cena. “Já fizemos apresentações em diversos locais de Minas. Conseguimos mobilizar muita gente, porém esta radionovela era justamente a oportunidade que precisávamos para ampliar nosso horizonte no que se refere à mobilização social”, conta o ator.
No enredo, temos o curioso caso do assassinato do Sr. Toupeira (José Ferreira), um bronco pai de família emergente que é encontrado morto por seu mordomo (Leonardo Duarte) em sua mansão. Uma onda de especulações floresce e todos são suspeitos, desde a viúva (Tereza Andrade) e filha (Kátia Báo) até a empregada (Maria Flávia Ferreira) e o mordomo. Surge na trama um detetive (Alexandre Almeida) acompanhado da sua auxiliar (Susan Prado) e complica ainda mais a situação da família.
José Ferreira, um dos oito atores voluntários que compõem o grupo para a gravação da novela, diz que este novo projeto era o que estava faltando para completar e ampliar o repertório do Saúde em Cena. “Já fizemos apresentações em diversos locais de Minas. Conseguimos mobilizar muita gente, porém esta radionovela era justamente a oportunidade que precisávamos para ampliar nosso horizonte no que se refere à mobilização social”, conta o ator.
A exemplo de Ferreira, a maior parte do elenco nunca havia interpretado para o rádio, o que em grande parte explica o misto de ansiedade e expectativa que tomou conta da sala de edição de áudio da SES-MG, onde o grupo se reuniu com o editor de áudio Bruno Soares Alves para a gravação que durou quase 4 horas.
Como aponta Maria Flávia Ferreira que atua como a empregada Genivalda, a nova experiência no rádio enriqueceu sua interpretação. “Encenar para o rádio é muito diferente de subir ao palco. Fiquei um pouco ansiosa na hora de gravar porque não temos a liberdade da expressão corporal; toda a expressão é na voz. Apesar disso, foi uma experiência fascinante”, explica.
Como aponta Maria Flávia Ferreira que atua como a empregada Genivalda, a nova experiência no rádio enriqueceu sua interpretação. “Encenar para o rádio é muito diferente de subir ao palco. Fiquei um pouco ansiosa na hora de gravar porque não temos a liberdade da expressão corporal; toda a expressão é na voz. Apesar disso, foi uma experiência fascinante”, explica.
A roteirista Susan Prado já escreveu mais de dez cenas com duração entre 90 e 120 segundos cada. Com as gravações realizadas, o grupo já tem material bruto suficiente para os primeiros capítulos da novela.
O material estará disponibilizado no site da SES-MG para as rádios comunitárias cadastradas em data a ser determinada, e assim a radionovela será veiculada para toda a comunidade mineira.
O material estará disponibilizado no site da SES-MG para as rádios comunitárias cadastradas em data a ser determinada, e assim a radionovela será veiculada para toda a comunidade mineira.
O Grupo de Teatro Saúde em Cena é formado por funcionários voluntários da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), que apresentam peças com o objetivo de entreter, informar e conscientizar a população sobre prevenção e promoção da saúde. A coordenação é do Núcleo de Mobilização Social em Saúde, que orienta as Gerências Regionais de Saúde na execução de ações mobilizadoras, como também fomenta os Núcleos Regionais com a capacitação de profissionais e monitora o desempenho dos mesmos. Apenas no ano de 2009 o grupo teve um público total de 57 mil pessoas.
Texto de: Alexandre Ribeiro
Texto de: Alexandre Ribeiro
Inscrições para o JIMI começaram em 1º de janeiro
As inscrições para a 26ª edição do programa Minas Olímpica JIMI - Jogos do Interior de Minas, evento que será promovido pela Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ) no próximo ano, foram abertas em 1º de janeiro de 2010. As inscrições, que se estenderão até 1º de março de 2010, deverão ser feitas no site oficial dos jogos (www.jimi.mg.gov.br). O evento reúne municípios de todas as regiões de Minas Gerais e tem por objetivo levar o esporte ao interior do Estado, promovendo a integração sócio-esportiva entre atletas de diversos municípios mineiros.
Os municípios que realizarem o seu cadastro até 1º de março de 2010 terão assegurada a sua vaga para as disputas coletivas. Em julho de 2010, terão início as inscrições para as modalidades individuais e para as competições para pessoas com deficiência.
Informações: (31) 3269-9343
Agência Minas, Blog, Twitter, Flickr e Youtube, acesse as notícias do Governo de Minas Gerais.
Fonte: http://www.esportes.mg.gov.br/
Dia 16 de janeiro reestréia o espetáculo –Hilda Hilst O Espírito da Coisa
Vencedor do Prêmio APCA de melhor atriz em 2009 para Rosaly Papadopol
Curta temporada no Teatro Bella Hilda Hilst -
O Espirito da Coisa com Rosaly Papadopol é um dos espetáculos mais apaixonados da cidade. Texto e representação captam e transmitem luminosamente toda urgência, veemência e exasperação de viver e escrever de Hilda Hilst. Impressiona e comove a entrega de Rosaly Papadopol, uma atriz que recebe e assume o personagem quase como uma possessão e, ao mesmo tempo, o conduz com exato domínio técnico de voz e gestos. Este espetáculo aparentemente alucinado, mas construído com esmero pelo diretor Ruy Cortez, engrandece a temporada de 2.009 Jefferson Del Rios.
A paulista Hilda Hilst (1930- 2004), mulher de paixões e desencantos ficaria agradecida se visse o tributo que lhe é dedicado. Sua poesia e prosa exigentes são de difícil assimilação cênica. O espetáculo, porém, tem a habilidade de captar os grandes momentos, as iluminações desta escrita e transmiti-los não como um mero recital ou a imitação da mulher, mas desvelando todo o seu modo audacioso de transitar pela vida.
A paulista Hilda Hilst (1930- 2004), mulher de paixões e desencantos ficaria agradecida se visse o tributo que lhe é dedicado. Sua poesia e prosa exigentes são de difícil assimilação cênica. O espetáculo, porém, tem a habilidade de captar os grandes momentos, as iluminações desta escrita e transmiti-los não como um mero recital ou a imitação da mulher, mas desvelando todo o seu modo audacioso de transitar pela vida.
Como atriz, Rosaly foi além da composição de um retrato de Hilda para levar ao palco "as vozes de sua voz, as faces de sua face, a alma de sua alma". Ilumina uma essência pessoal e literária e, assim, estimula o encontro do público com a obra.
A sua impressionante entrega à vida da escritora cria uma corrente emocional que facilita a compreensão de uma arte de muitas faces. Dentre os melhores ensaios sobre ela, tentemos uma síntese a partir de Nelly Novaes Coelho - doutora em letras da USP: "Como toda grande poesia (a que é tecida de um eu interior centrado em si e ali buscando a porta de acesso ao Enigma da Vida), a de Hilda Hilst expressa em seu suceder as metamorfoses de nosso tempo. Ou melhor, algumas das interrogações mais radicais do pensamento contemporâneo."
Tais questionamentos são de natureza física, psíquico e erótica e, outra, de natureza metafísica, filosófica e religiosa. Em meio a esses fundamentos poéticos, estão dados biográficos envolvendo a família e seus valores, a trágica situação do pai, memórias de infância, mocidade e maturidade e rebeldia. Ficou hoje tão inconsistente chamar tudo de rebeldia que, desta vez, comove a decisão absoluta de Rosaly Papadopol em dar voz a uma pessoa que realmente optou pelo risco existencial.
A encenação é um incêndio de desejos e protestos por uma atriz no seu grande momento. Vai ao limite do descontrole e, ao mesmo tempo, mantém o domínio corporal e de voz. Intérprete e personagem se encontram assim em um verso de Hilda: "Ainda em desamor, tempo de amor será." Jefferson Del Rios
Teatro Bella (X)
Rua: Rui Barbosa, 399 - Bela Vista
Estréia da temporada - Dia 16 de janeiro, sábado, às 22h
Sábados e domingos - Sábados, às 22h e Domingos, às 20h De 16/01 a 28/02.
Duração: 75 min
Gênero: Drama - Não recomendável para menores de 16 anos
Capacidade: 65 lugares
Preços R$ 30,00 e R$ 15,00.
Tel. para informações - 11 3283 2780
12 de janeiro de 2010
Amnésia com Ana Diniz - Curta
Mulher acorda em apartamento desconhecido, sozinha e com amnésia. No decorrer da manhã ele reflete sobre sua vida e fantasia como seria o homem que havia levado ela para casa. Tudo isto com um humor sutil.
http://www.youtube.com/watch?v=4a2jTIvIsf0
http://www.youtube.com/watch?v=4a2jTIvIsf0
O Grito com Suely Báo
Super engraçado o desespero... se por um grito vc fica tão leve... veja o quão leve ela ficou rs
http://www.youtube.com/watch?v=5Hm6y62HLGc
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